escutando crianças no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro
do filtro diagnóstico até a intervenção dentro do processo
ao vivo com ela, em 10 encontros mensais ao longo do ano
do curso de Alienação Parental da PUC-Rio
de três livros na área
Se você já passou por alguma destas, o curso foi feito para você.
Nenhuma delas é falha sua. É o que acontece quando o termo vira moda no processo e ninguém entrega o critério que separa um caso do outro.
Você ficou na dúvida se aquilo era alienação ou só conflito entre os pais.
E percebeu que a dúvida não se resolve relendo a lei. Ela se resolve com critério.
Você precisa escutar a criança e tem medo de induzir a resposta.
É onde a maior parte dos laudos se perde, e é a parte que quase ninguém ensina direito.
Você já teve um trabalho seu questionado ou impugnado.
E descobriu na prática que concluir é fácil. Sustentar é que é difícil.
Apareceu notícia de maus tratos ou de abuso dentro do processo de família.
Esse é um dos pontos menos conhecidos do manejo, e é onde o advogado de família precisa do criminalista ao lado.
O que muda na prática de quem aprende
Seus cursos foram um divisor de águas na minha atuação profissional. Recomendo com muita confiança e sigo como aluno da professora Glicia, sempre aprendendo.
Com a Glicia, compreendi a importância da perícia técnica na identificação da alienação parental, algo que mudou por completo a minha forma de conduzir os casos. A partir dali, a minha atuação nos processos judiciais, e até na consultoria extrajudicial, foi ressignificada: passei a trabalhar com mais técnica, mais segurança e mais responsabilidade com as famílias que atendo.
O curso me ajudou a desconstruir conceitos e mitos muito enraizados, principalmente, meu olhar sobre a complexidade das relações familiares. Outro grande diferencial foi o corpo docente.
A forma clara, técnica e cuidadosa com que conduz o conteúdo facilita a compreensão de um campo de atuação tão complexo. Para mim, como psicóloga, foi também uma oportunidade de aprimorar minha postura, minha segurança e minha prática profissional.
Depois de fazer o curso de Alienação Parental, passei a ser nomeada pelos juízes das varas de família com maior frequência, e isso me colocou em um outro posicionamento, sendo mais valorizada profissionalmente.
Foi a partir dele que adquiri o conhecimento que me capacitou a me tornar assistente técnica em processos judiciais. E além de capacitação e conhecimento, o curso me proporcionou conexão, oportunidade, crescimento e realização profissional.
O curso ampliou muito o meu olhar sobre a alienação parental, especialmente para além da perspectiva exclusivamente jurídica. Como advogada de família, foi uma capacitação que agregou muito à minha prática profissional.
O curso me auxilia diariamente a enxergar as ações que envolvem essa temática com um olhar muito mais atento, crítico e sensível.
Conteúdo altamente técnico e preciso, sem absolutamente nenhum viés ideológico ou partidário. Fornece embasamento seguro para a atuação.
O sistema de Justiça precisa de quem saiba fazer isso.
E tem cada vez menos gente disposta.
O juiz não tem formação para avaliar o que acontece dentro de uma família em conflito. Ele depende de um profissional que saiba olhar, escutar e escrever com técnica. É por isso que existe assistente técnico, é por isso que existe perícia, e é por isso que uma decisão sobre a vida de uma criança costuma se apoiar num laudo.
Só que trabalhar com esse tema virou desconfortável. Vem a impugnação, vem a representação, vem o desgaste. E muitos profissionais bons simplesmente saíram do assunto.
O resultado é uma carência real. De um lado, uma demanda que não para de crescer nas varas de família. Do outro, cada vez menos gente preparada para atender.
Quem domina esse tema com critério ocupa um espaço que está vazio. Passa a ser procurado, indicado e reconhecido, porque entrega o que o processo precisa e quase ninguém consegue entregar.
É isso que quer dizer saia na frente.
Os quatro pilares da metodologia
Uma sequência para filtrar, observar, compreender a memória e conduzir sua atuação técnica.
O Filtro
O que é, o que não é, e o que se parece. A distinção que decide se vale alegar, e que impede você de alegar no vazio. Inclui a autoalienação parental, quando é o próprio adulto que cria a dificuldade do convívio.
Os Sinais
O que aparece na criança antes de qualquer laudo. A quebra da ambivalência afetiva, a rejeição que se estende à família extensa, e como observar sem induzir a resposta.
A Memória
Como sugestão e repetição moldam o relato infantil, o que a neurociência da memória ensina sobre isso, e o que sustenta ou derruba uma conclusão diante do contraditório.
O Manejo
O que fazer dentro do processo, qual prova requerer, e como intervir para inibir a alienação e proteger a criança. O que a mudança na lei altera na prática, e o que permanece válido.
O que está dentro do curso, módulo por módulo.
Distinção entre ambiente familiar hostil, alienação parental e ato de alienação parental
Distinção entre alienação parental e autoalienação
Como distinguir a alienação parental de outros fenômenos
Conflito de lealdade · Ansiedade de separação · Apego patológicoSinais e sintomas da alienação parental
Como ouvir a criança tecnicamente
Como identificar a alienação parental e a autoalienação parental
Como funciona o instrumento que identifica a alienação parental
Funcionamento das perícias psicológicasComo intervir para inibir ou eliminar a alienação parental e proteger a criança
Tudo o que você precisa para atuar com critério, em um lugar só.
Três coisas, e as três começam no dia da matrícula.
Modelo de laudo de alienação parental
Dentro da estrutura prevista na Lei. É o ponto de partida que a maioria dos profissionais leva anos montando por conta própria, e é seu assim que a matrícula é confirmada.
Garantia de 7 dias
Você entra, assiste, e se não for para você, pede o reembolso pela própria Hotmart dentro de 7 dias. Sem conversa e sem justificativa.
Para quem é, e para quem não é.
É para você se
- Você atua em vara de família, como advogado, psicólogo ou assistente social
- Você produz laudo, ou trabalha com o laudo que os outros produzem
- Você quer critério para decidir se alega, e argumento para sustentar quando alega
- Você quer saber o que responder quando o outro lado alega sem base
Não é para você se
- Você procura modelo pronto de petição para copiar e colar sem entender
- Você espera uma resposta única que sirva para todo caso. Aqui, quem decide é sempre o caso concreto
- Você quer que o curso diga de que lado ficar
Glicia Brazil
Psicóloga e bacharel em Direito
Construiu a carreira dentro da vara de família, escutando crianças no meio de conflitos de guarda. Trabalha com fundamento em neurociência da memória para identificar e documentar a alienação parental com precisão técnica. Desenvolveu em artigo publicado, "Escuta de crianças e prova da verdade", o conceito de vício de declaração aplicado à alienação parental, equiparando-a a uma coação moral que vicia a manifestação de vontade da criança. Não traduz psicologia para o jurídico: pensa nas duas línguas.
- Cerca de 26 anos de atuação no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro
- Ex-coordenadora do Curso de Alienação Parental da PUC-Rio
- Vice-Presidente da Comissão de Infância do IBDFAM
- Membro do Fórum de Família da Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro
- Entrevistadora forense capacitada pelo CNJ no método do Depoimento Especial
- Autora de três livros na área, com edições atualizadas em 2025
Perguntas frequentes
Serve para advogado, que não faz laudo?
Serve, e o curso foi organizado com o advogado em primeiro lugar. O psicólogo faz o laudo. O advogado trabalha com o laudo dos outros, e o que ele precisa é saber ler, requerer, sustentar e impugnar. É isso que decide o caso em vara de família.
E se a Lei 12.318 for revogada?
A lei deu nome a um fenômeno que a psicologia já descrevia muito antes dela existir. A criança presa no conflito dos pais vai continuar chegando na sua sala com ou sem esse texto legal. O que muda é o enquadramento jurídico e o manejo do processo. O que permanece é a técnica de identificar e de escutar.
Existe síndrome de alienação parental?
Não. A lei fala em ato de alienação parental, e essa distinção importa na hora de sustentar o caso. É uma das primeiras coisas que o curso coloca no lugar.
Serve para quem está começando?
Serve. O curso parte da distinção mais básica, que é separar ambiente familiar hostil de alienação parental, e vai até a intervenção no processo. Quem já atua há anos costuma encontrar mais valor na parte da prova e do manejo.
Os módulos são ao vivo ou gravados?
Os 8 módulos são gravados, com acesso imediato. Além deles você participa de 10 encontros ao vivo de 2 horas, um por mês ao longo do ano, num total de 20 horas.
Sobre o que são os encontros mensais?
Cada encontro acompanha a jurisprudência atual dos tribunais e as regulamentações do CNJ e dos demais órgãos. Os temas não são anunciados com antecedência de propósito, e isso é a vantagem: assim cada encontro trata do que está acontecendo nos tribunais naquele mês, e não de um programa fechado há um ano.
Por quanto tempo tenho acesso?
Dois anos.
Como funciona a garantia?
São 7 dias de garantia, contados a partir da compra, como prevê o Código de Defesa do Consumidor. Você entra, assiste, e se não for para você pede o reembolso pela própria Hotmart, sem precisar justificar.
Quanto custa e como eu pago?
O curso custa R$ 1.197 à vista, ou 12x de R$ 123,80 no cartão. Vale a pena olhar o que entra nesse valor: são 8 módulos gravados que ficam com você, mais 20 horas ao vivo comigo ao longo do ano, divididas em 10 encontros de 2 horas. Um único parecer técnico costuma custar mais do que isso, e aqui você leva o ano inteiro.
O custo de não saber não é seu.
É da criança que vai chegar na sala de alguém despreparado. O lugar da criança é ser criança, e não escolher lado nem carregar o peso de uma briga que não é dela.
Compreenda o fenômeno da alienação parental e se torne diferenciado na sua carreira.
R$ 1.197 à vista, ou 12x de R$ 123,80.
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